quarta-feira, 4 de junho de 2014

Resenha: A culpa é das estrelas


Hoje trago para vocês a resenha do livro mais bem elogiado atualmente A Culpa é das Estrelas do autor John Green.  Sei que o filme vai estrear no cinema amanhã, mas tem muita gente que ainda não leu o livro.



O livro conta a história de uma paixão entre uma adolescente de 16 anos chamada Hazel Grace, que possui câncer no pulmão e um garoto chamado Augustus Waters que possui câncer nos ossos.
A mãe de Hazel sempre quis que ela fosse como uma adolescente normal que sai com os amigos para se divertir e que não ficasse só na cama o dia inteiro lendo sempre o mesmo livro. Mas acontece que a sociedade humana é muito racista, e a Hazel sempre andava carregando um carrinho com o cilindro de oxigênio pra todo lugar que ela andava, então, não teria como ela ser uma adolescente normal com esse câncer tão "aparente" assim.
Conversa vai, conversa vem, a mãe dela convenceu ela a frequentar um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer. E um dia nesse Grupo de Apoio, ela conhece Augustus Waters, um garoto lindo de olhos azuis, que ficou olhando para ela durante a palestra inteira, e ela resolveu retribuir os olhares dele. 
No momento que eles estavam para ir embora quando o grupo de apoio acabou, ele a convidou para assistir um filme em sua casa, que foi quando eles se conheceram melhor. Conversaram bastante, e trocaram livos, ele a pediu que lesse "O Preço do Alvorecer" que era o exemplar do seu jogo de vídeo game favorito, e ela o pediu que lesse "Uma Aflição Imperial", que falava sobre uma garota que também tinha câncer, mas o livro acabava como se a garota estivesse morrido na hora que estava escrevendo a história do livro, e Hazel sempre teve a curiosidade de saber o fim da história.
Cada dia que passava Hazel gostava mais de Augustus e ele se apaixonava mais ainda por ela, mas não queria ficar com ele, pois sabia que era uma espécie de "bomba relógio" que poderia explodir a qualquer momento deixando-o arrasado.
Augustus Waters, estava perdidamente apaixonado por Hazel Grace, e enviou uma carta ao autor do livro uma aflição imperial para saber o fim do livro. O autor sugeriu que eles fossem a cidade dele o visitar que ele contaria tudo sobre o livro à eles. 
Eles foram viajar para saber o fim tão esperado do livro. A viagem foi super emocionante, muita coisa aconteceu naquela viagem...
Hazel não aguentou e começou a namorar Augustus. Porém a história tem um fim triste. No meio desse romance um dos dois morrerá deixando o outro desamparado sem saber oque fazer.


Na capa do livro diz "Você vai rir, vai chorar e ainda vai querer mais" e é exatamente isso que acontece, tem muitas situações tristes que agente quase chora no livro, outras que agente ri até não poder mais e quando chega no fim do livro não dá pra acreditar que o livro tem esse fim. Com certeza deixou um gostinho de quero mais!


A suposta "resenha" que contém na parte traseira do livro não tem nada a ver com o a história do livro em si, na verdade é só um trecho do livro. Quem pega o livro e lê essa parte de trás não terá muito entusiasmo para começar a ler o livro. Só digo uma coisa "Não julgue um livro pela capa" hahaha. Você pode se surpreender!


Uma página antes de começar o primeiro capítulo, o autor deixou um trecho de "Uma Aflição Imperial" para que seus leitores possam apreciar um pedaço dessa leitura assim como Hazel Grace e Augustus Water a apreciavam.


O livro e a abertura dos capítulos tem um design simples, porém, encantador. A letra não é tão grande e nem tão pequena, digamos que em um tamanho razoável.


O livro possui duzentas e oitenta e seis páginas ao todo.


Possuindo também um design lateral incrível.


Sua grossura é de um tamanho razoável também.










terça-feira, 3 de junho de 2014

Cover - Juro

Uma das minhas "particularidades" é que amo cantar, não tenho lá aquelas vozes, mas só o fato de poder cantar mesmo não sendo tão bem já me proporciona uma felicidade imensa.

Diz minha avó que quem canta seus males espanta, acredito em você vó! Estou seguindo seu conselho, obrigada! 

Acho que cantar é uma terapia, assim como escrever. Se você não canta, experimente, garanto que no fim de uma música que acabará de cantar não estará se sentindo da mesma forma anterior, pois cantar alivia a alma.

Mediante à isso tudo que acabei de falar sobre minha imensa teoria do imenso bem que cantar traz, gravei um vídeo cantando a música "Juro", não me recordo do cantor no momento, mas talvez gostem.



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